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Titulo Teste 01 agosto 2026 atualizado

8/1/2026


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Testando iserirr notícia 01 agosto 2026

     


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10/24/2019


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Coleta Seletiva em Conjuntos Residenciais editada

2/2/2018


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Nosso meio ambiente é o bem mais precioso que existe. Temos o dever de cuidar bem do planeta, para que as futuras gerações possam aproveitá-lo também.E uma das maneiras mais efetivas que colaborarmos com o meio ambiente  é fazer uma boa gestão dos nossos resíduos. Por isso, a coleta seletiva em conjuntos é tão importante.  Ela permite que um grande número de pessoas se junte em torno de um objetivo que só trará benefícios a elas e ao planeta.

Como preparar o conjunto para a coleta seletiva

Ter um plano de ação é fundamental para que a coleta seletiva seja bem sucedida. O ideal é que os moradores interessados formem uma comissão. Dessa forma, as decisões não ficam tão dependentes do síndico. É importante que essa comissão seja referendada em uma assembleia, que também aprove a implementação da coleta seletiva.

A comissão deve decidir itens como:
O lixo reciclável será separado por material (papel, plástico, vidro, metal, embalagem longa vida) ou todos recicláveis na mesma lixeira? Em geral, há mais adesão quando o projeto prevê os recicláveis na mesma lixeira.
Como essa separação será feita? O conjunto pode distribuir sacos de cor diferente para os materiais recicláveis, assim não há confusão por parte dos funcionários.
Os funcionários do conjunto irão retirar o material reciclado dos apartamentos ou haverá uma lixeira grande, separada por material, para os próprios condôminos depositarem ali os resíduos? Nesse caso, deve-se levar em conta o preço da lixeira.
Onde o lixo reciclável vai ser acondicionado até ser coletado?
Quem irá retirar a coleta seletiva do conjunto? Seja uma ONG, cooperativas ou empresa, o importante é que haja compromisso na coleta dos recicláveis.
Há também empresas que prestam consultoria para o conjunto implantar um programa de reciclagem. Os custos vêm acompanhados de farto material de divulgação, e de seis meses de apoio ao projeto.
Durante a tomada dessas decisões é importante que se leve em conta:
O espaço que irá receber os reciclados deve ser ventilado, já que esses materiais são bem inflamáveis.
O local deve conseguir abrigar certo volume de lixo, já que cooperativas, empresas ou ONGs em geral retiram de 1 a 2 vezes por semana.
Esse ponto também deve ser de fácil acesso tanto para os funcionários do prédio quanto para aqueles que irão retirar o material, naturalmente.
Esse material pode ser acondicionado em bags ou contêineres. Veja se na sua cidade a prefeitura oferece algum incentivo para quem deseja implementar a coleta seletiva.


Fonte: SíndicoNet.

     


Empresários investem em negócios no condomínio

1/19/2018


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Empreendimentos com moradia e comércio têm alto potencial de consumo.
Facilidade de morar e trabalhar no mesmo lugar atrai empresários.

Empreendimentos multiuso, ou seja, aqueles conjuntos que reúnem moradia e comércio, são tendência no mercado imobiliário. Para pequenos empresários, a principal vantagem de ter um negócio num conjunto é a de ficar bem perto dos clientes. Em São Paulo, um conjunto da Zona Oeste da cidade tem 123 mil m² de terreno e 27 torres de apartamentos, com ruas, pontos de táxi, comércio e um cobiçado potencial de consumo.

A ex-bancária Rose Dias Magro, por exemplo, montou uma perfumaria dentro do conjunto. Ela participou de uma licitação e, em fevereiro deste ano, montou o negócio. A empresária paga R$ 2 mil por mês de aluguel por uma loja com 12 m². Ela oferece 68 itens de perfumaria e maquiagem. O negócio ainda está no começo, mas já dá lucro. A empresária fatura R$ 3 mil por mês e atende, em média, 20 clientes por dia. Outro negócio que funciona no mesmo conjunto é a imobiliária de Regina Batista e Jorge de Araújo, que faz venda e locação dos imóveis do conjunto. A imobiliária fatura R$ 45 mil por mês, em comissões.

Já a empresária Roberta de Marco montou uma padaria dentro do conjunto de Pirituba, onde mora há sete anos. Ela foi atraída pela facilidade de morar e trabalhar no mesmo lugar. Para a empresária, outra vantagem de um negócio dentro de conjunto é que os custos são menores. Roberta paga R$ 2.300 por mês de aluguel e não precisa gastar muito com propaganda. No último ano, a empresária faturou R$ 120 mil com o negócio, e chega a atender 500 clientes por dia.

Fonte: G1 globo.com

     

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